segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Longevidade: é inevitável preparar a sua casa para o futuro



Falar do nosso próprio envelhecimento é muito difícil, mas vamos lá!

Você tem hoje 30, 40, 50 anos e ainda se sente como se tivesse 20.

Partindo de um ponto de vista bastante otimista, você ainda terá várias décadas de vida saudável pela frente. A questão, então, é garantir que você tenha qualidade de vida independente da faixa etária na qual esteja e, talvez este seja o momento certo para começar a pensar no futuro.

Que tal se conscientizar e programar que a compra da próxima casa ou a reforma do atual apartamento já tenha princípios fundamentais de acessibilidade, visando o envelhecimento com qualidade.

É muito mais fácil e confortável tomar estas decisões enquanto a saúde mental e física estão em perfeitas condições, e enquanto podemos escolher os produtos e soluções que mais nos darão suporte na velhice.

Definições simples que devo prever na minha casa para o futuro:

- portas e corredores largos (que passe uma cadeira de rodas ou andador com tranquilidade);

- ausência de escadas ou que estas sejam largas e confortáveis (que facilitem a instalação de equipamentos para vencer os degraus);

- corrimãos seguros e resistentes em corredores e escadas;

- banheiros em um único nível (sem degraus e desníveis);

- barras de segurança para apoio nas áreas de banho.

Ainda pensando no futuro devemos prever infraestrutura adequada para rede de internet wireless, pois as soluções voltadas ao monitoramento de saúde que estão surgindo no mercado são, em sua maioria, baseadas na tecnologia IoT (internet das coisas). Estes equipamentos compreendem leitores de status e sensores que tem seus dados enviados para servidores na nuvem e processam as ações a serem tomadas de forma totalmente remota. Portanto, pensar nos upgrades das redes wireless é uma necessidade.

Ou seja, não é tão complicado começar a projetar nosso futuro, certo?

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Segurança em tempos de Internet das coisas


O mercado da internet das coisas é relativamente recente, portanto, alguns dispositivos domésticos inteligentes ainda são vulneráveis à falhas de segurança.


Neste momento, ainda cabe ao usuário a vigilância constante das informações de sua casa conectada, devendo limitar as informações pessoais armazenadas nos diversos dispositivos.


De modo geral, a tecnologia das casas inteligentes inclui itens variados que tem como objetivo trazer conforto aos usuários. Além da conveniência, estes sistemas de automação residencial, incluem itens de segurança para a família. Estima-se que 90% dos consumidores afirmam que a segurança é uma das principais razões para investir em tecnologia em suas residências.


Vários consumidores adotaram algum tipo de equipamento em suas casas, baseados em sistemas Wi-fi, como câmeras e alarmes. Com este interesse crescente, nem sempre a vulnerabilidade do sistema é questionada.


Se você ainda não foi apresentado ao termo IoT, saiba que mesmo sem querer já pode ter utilizado um serviço baseado nessa tecnologia. Este termo se refere à crescente rede de dispositivos e aparelhos que utilizam a internet para interagir e armazenar dados. Assim como qualquer outro item de tecnologia, eles estão vulneráveis a ataques de hackers e vírus digitais.


Por estarmos no início do mercado de Internet das coisas (IoT), é normal que haja um período de adaptação para correção destes sistemas de segurança.


Listamos algumas dicas para aumentar a segurança de seus equipamentos:

  •   1. Passe a utilizar estratégias para escolher e alterar suas senhas
As senhas são a primeira linha de defesa contra ataques cibernéticos - tanto para roteadores de Internet, smartphones ou aplicativos de automação residencial. Por esta razão, os consumidores devem certificar-se de que suas senhas sejam alteradas com frequência.
As senhas devem ser longas e imprevisíveis, de preferência usando uma série de letras maiúsculas e minúsculas, bem como números e caracteres especiais. Além disso, nunca use nomes, aniversários ou endereços e sequências básicas (ex: 123456).

Sugerimos que as senhas das casas automatizadas sejam alteradas mais do que uma vez por ano.
 


  • 2. Escolha com atenção o login e senha das câmeras
As câmeras IP instaladas em quartos de crianças/idosos, são o principal ponto de entrada de um hacker.
No final de 2015, mais de 73 mil câmeras IP tiveram suas imagens inadvertidamente disponibilizadas na Internet, justamente porque os usuários deixaram de alterar a senha de fábrica.

Assim como os hackers se dedicam a desvendar os protocolos de autenticação, os consumidores devem frequentemente trocar o login e senha de suas câmeras IP e aproveitar para observar se houve alguma tentativa de invasão no sistema.


  •  3.  Protegendo suas redes Wi-Fi
A primeira regra é: jamais conectar itens de automação residencial através de redes Wi-fi públicas. Qualquer equipamento da casa conectado à rede Wi-fi facilita aos hackers obter dados confidenciais, portanto sempre utilize uma rede segura
Utilizar dispositivos que incluem criptografia pode ajudar a prevenir muitos inconvenientes. Mesmo que um hacker seja capaz de interceptar os sinais, ele terá grande dificuldade para decodificá-los.

Outra dica é criar mais do que uma rede. Segmentar dispositivos domésticos inteligentes em redes separadas pode impedir que um hacker tenha acesso imediato a todos os dispositivos  de uma única vez.

  • 4. Escolha uma marca conhecida
Invista em produtos de empresas que dêem garantia e suporte na sua região. As empresas mais tradicionais, já foram testadas por outros consumidores e por empresas de segurança, desta forma criaram meios para desenvolver produtos para Internet das coisas mais seguros e eficientes.
Concentre-se em empresas que são tão comprometidas com a segurança dos protocolos quanto com o desenvolvimento de seus produtos.

  • 5. Esteja preparado para um possível ataque cibernético
Mesmo com todos os cuidados, é temerário garantir que a segurança do seu sistema jamais será comprometida.
O usuário deve limitar qualquer informação pessoal armazenada em dispositivos de automação residencial para diminuir o dano, caso haja uma invasão do sistema de segurança.



 

A conveniência e liberdade que a Internet das coisas possibilita, também traz riscos de segurança. As tecnologias residenciais estão se desenvolvendo em ritmo acelerado, e estudos indicam que em 2022 as famílias terão mais de 500 itens disponíveis para automação residencial (dados Gartner – empresa de pesquisa de tecnologia), o que nos faz ter a certeza de que prevenir ataques é a melhor opção.





Fonte: www.inman.com


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Tendências para o mercado imobiliário: IoT e sustentabilidade




Se você perguntar a um consultor qual a tendência do mercado imobiliário para os próximos anos, é muito provável que ele cite a sustentabilidade. Os estudos do mercado norte americano mostram que as características sustentáveis de um empreendimento estão na lista dos itens importantes entre os compradores. E aqueles que não podem ou não querem mudar para um imóvel com conceitos “mais verdes” estão procurando soluções e equipamentos que tornem suas casas mais eficientes.

As atualizações visando economia de energia elétrica, como a troca de aparelhos e lâmpadas mais eficientes, passaram a ser um hábito comum entre os proprietários nos últimos anos. Mas, a preocupação com as questões ambientais tem crescido, e os compradores de imóveis novos estão cada vez mais atentos às políticas “verdes” das construtoras. Ao mesmo tempo, aumenta a compreensão de que a tecnologia pode auxiliar para que o proprietário assuma o controle do seu consumo de energia elétrica, visando à eficiência energética.

Mas onde exatamente os construtores devem investir?

A energia solar é uma aposta bastante segura. Nos EUA os relatórios da indústria solar apontam que 2016 terá recorde de instalação, incluindo a energia fotovoltaica.

Outro item, a automação residencial, com grande diversidade de aparelhos, dispositivos e sistemas domésticos projetados e programados para facilitar as tarefas de rotina, aparece na lista de investimento. Esses dispositivos não são novidade, mas, sob o conceito de internet das coisas, fazem parte da próxima onda de computação, onde os objetos do cotidiano serão conectados a sensores, tornando-os capazes de ler os padrões de comportamente e prever funções. O potencial de economia de energia para estes dispositivos é enorme, como, desligar luzes ou termostatos automaticamente. As previsões do mercado indicam um crescimento progressivo da Internet das coisas para os próximos 10 anos.

Pode parecer estranho indicar como tendência a internet das coisas em parceria com os sistemas de geração de energia solar, mas eles estão mais interligados do que podemos imaginar. A preferência dos proprietários por produtos mais ecológicos e eficientes do ponto de vista energético, evidencia que o foco pode estar no desenvolvimento destes produtos.

O mercado entende que a Internet das coisas terá um impacto ambiental enorme. Uma série de dispositivos conectados de forma independente, num primeiro momento, nos parece um retrocesso no âmbito do consumo consciente, pois serão diversos dispositivos consumindo enorme parte dos recursos energéticos. Estima-se um aumento significativo de servidores de dados, e consequente consumo gigantesco de energia elétrica para mantê-los.
No entanto, muitos desses dispositivos foram desenvolvidos para ter na eficiência energética um de seus principais apelos de venda. Alguns destes produtos ajudam a educar os proprietários sobre o uso da energia usando um sistema que informa o quanto está sendo poupado, ao alterar algumas configurações.

Os institutos de pesquisam mostram que os controladores de temperatura e iluminação podem reduzir o consumo de energia residencial em 10%. 

A tecnologia terá que ficar melhor – e mais inteligente – para que os recursos naturais sejam cada vez mais preservados, visando exclusivamente a eficiência energética.

Até lá, façamos a nossa parte, escolhendo imóveis de construtoras que respeitam a natureza e que proporcionam opções de controle de economia de recursos de energia e água.


Fonte: http://solarindustrymag.com/

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Recursos sustentáveis de automação residencial

Muito interessante a matéria do site "TEM Sustentável", que trata sobre as novidades do mercado que aliam tecnologia e sustentabilidade.
Para ver a matéria completa clique na imagem.
















Agradecemos a citação no texto, que ainda foi replicada nas redes sociais.

https://www.facebook.com/homeetech/photos/a.212423085501168.50907.118698251540319/1052964788113656/?type=3&theater



terça-feira, 24 de maio de 2016

Para os idosos, uma casa inteligente pode ser sinônimo de maior liberdade


Temos que entender que a automação residencial é muito mais do que gadgets (celulares, tablets, consoles, interfaces), afinal, para os idosos, estes avanços tecnológicos significam muito mais do que alguns brinquedos novos.


Algumas questões podem ser melhoradas com a utilização da tecnologia. A utilização de equipamentos inteligentes de monitorização podem distinguir padrões de comportamento habituais de um acidente, por exemplo, e pode alertar os profissionais de saúde no caso de necessidade/emergência.







A conectividade entre os sensores, as informações e as ações produzidas é o que realmente se espera dos robôs cuidadores. Estes robôs nunca poderão substituir o contato humano, mas mesmo médicos céticos concordam que a utilização destes equipamentos podem fazer a diferença na vida de seus pacientes, visto que, estudos comprovam que a conversa diária, ainda que on-line, pode diminuir o declínio cognitivo.



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Dez ferramentas de tecnologia para terceira idade



Fonte:  MoneyUsnews

O estereótipo do idoso alheio à tecnologia tem mudado rapidamente. Pesquisas recentes determinam que 58% das pessoas com mais de 65 anos utilizam a internet, contra os 15% no ano 2000, e os números crescem na mesma proporção da condição socio-financeira, instrução e da chegada dos “jovens aposentados”. 

Alguém que deixa o mercado de trabalho de hoje já deve ter trabalhado 30 anos com computadores. Além disso, as novas tecnologias tem facilitado o contato à distância entre as famílias, garantindo independência ao idoso, que passa a ter fácil acesso aos filhos no caso de necessidade.

Quanto mais intuitivo um sistema, mais fácil será sua utilização tanto por jovens, quanto por idosos. As necessidades de tecnologia dos jovens aposentados não são muito diferentes dos seus filhos. Eles participam em mídias sociais, usam a internet para pesquisa, troca de e-mails com os amigos e família e ainda utilizam programas e aplicativos para chamadas de vídeo.


De qualquer forma, existe uma grande diferença entre as faixas etárias na terceira idade. Aos 65 anos eles são muito mais experientes em tecnologia. As pesquisas demonstram que existe um ponto de inflexão em torno dos 75 ou 80 anos, quando eles utilizam a tecnologia como apoio.




Descrevo a seguir 10 ferramentas de tecnologia utilizadas pela terceira idade.
1- Smartphone

As pesquisas americanas indicam que 78% dos americanos com mais de 65 anos tem telefones celulares, embora apenas 30% sejam smartphones. Os números tendem a subir de forma consistente já que tem surgido vários aplicativos específicos que atendem este público: controle de pressão arterial, lembretes para medicação ou jogos de esforços cerebrais.

2- Tablets e e-books

Muitos idosos estão substituindo seus computadores de mesa por tablets, que lhes oferece telas maiores e mobilidade para conversar com a família. Ler livros no tablet ou no e-book passa a ser uma esperiência bem mais confortável.

3- GPS

Pode ser um equipamento dedicado ou apenas um aplicativo no smartphone, mas sempre será mais fácil achar o caminho através de GPS. Será particularmente útil para as pessoas que se aposentam e mudam para uma nova cidade ou trocam de bairro.

4- Skype ou Facetime

Aplicativos de chamadas de video são muito populares para os idosos que tem netos e outros familiares que moram longe. Essas interações não substituem a visita presencial, mas são complementares.

5- Monitores de atividade

É um dispositivo ou aplicativo para o monitoramento e acompanhamento de atividades, como distância percorrida, consumo de calorias, qualidade do sono, medição de batimentos cardíacos. Equipamentos com tecnologia tipo Wearable facilitam o monitoramento da atividade do sono em idosos e durante atividades físicas, pois são sincronizados a um computador para rastreamento de dados em longo prazo. Desta forma, as pessoas ficam mais bem informadas sobre sua saúde e podem tomar as melhores decisões para seu bem estar.

6- Dosadores de medicamento

Novos sistemas de alerta para medicação, com dispensers específicos, que repetem o alerta caso a medicação não seja tomada dentro de um determinado tempo. Alguns equipamentos são combinados com sistemas de alerta médico, que em situações críticas, envia um chamado para o familiar cadastrado e ainda solicita o serviço de emergência médica.

Vale ressaltar que os erros de medicação são causa número um de internações em pessoas com mais de 75 anos.

7- Relógios inteligentes

Os “smart whatches” ou relógios inteligentes chegaram para substituir os sensores de queda, em forma de pulseiras ou pingentes, que tanto incomodava alguns idosos. Este relógio não é apenas um botão de alarme, mas também pode incluir o lembrete de medicação, monitor de atividade, detector de queda, além de ser um telefone celular.

8- Bancos de dados pessoais na nuvem

Serviços como oferecido pelo aplicativo Everplans que cria um arquivo digital na nuvem com informações sobre senhas, preferências pessoais, informações sobre a casa, entre outros dados, com a opção de compartilhar as informações com outras pessoas da família.
9- Aplicativos de transporte

Os serviços de transporte alternativo como Uber, são projetados para atrair os interessados em tecnologia que resolvem todos os seus problemas através de seus smartphones, mas também podem ser muito utilizados pelos idosos que optaram por não dirigir.

10- Palmilhas GPS

Este produto inovador é uma palmilha que pode ser colocada no sapato de uma pessoa com perda de memória ou doença de Alzheimer para que ele possa ser facilmente encontrado caso esteja perdido. Você pode definir um perímetro e ser notificado caso a pessoa saia da referida área. Já existe este tipo de tecnologia em relógios, mas algumas pessoas podem ser resistentes ao uso de alguns tipos de acessórios e dispositivos.